sei muito bem que o cavalo branco de Napoleão é preto. quem aprende a ver essências não se deixa iludir pela linguagem. (TECEDEIRO, André. O número de Strahler. Coimbra: Do lado esquerdo, 2018)
Abre a boca e fecha os olhos. Podes saborear, não podes ver, está tudo visto demais, é lá de cima que vem a chuva, é lá em cima que está o céu, e o sol, e as nuvens, e é por cima de nós que andam os pássaros. Invadimos, sim, os ares, será culpa, será ainda espanto isto de olharmos para o céu quando passa um avião? (PEREIRA, Helder Moura. Pela parte que me toca. Lisboa: Assírio & Alvim, 2013)
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